15 setembro 2014

Diário de Viagem: Chapada Diamantina, Bahia (Parte 1)

Oi, gente. Após seis meses de hiatos o blog 4 de março está de volta. Ficamos esse tempo fora por motivos de: muito trabalho, muito estudo, bloqueio criativo etc. Mas agora eu estou muito feliz de estar aqui escrevendo pra vocês novamente, trazendo uma nova proposta de conteúdo para o blog. Continuarei falando sobre os mesmos temas, mas passarei a focar um pouco mais na fotografia, que é o meu maior hobbie no momento. Nesse "recesso", consegui realizar mais um desejo da minha lista de 101 em 1001, comprando uma câmera profissional de entrada (Nikon D3100), uma câmera simples, mas que pra mim é suficiente por enquanto. Indo ao assunto do post, no início desse mês eu viajei para Lençóis com o intuito de participar da 1ª Festa Literária Internacional da Chapada Diamantina. Pude assistir e participar de algumas palestras e mesas muito boas, além de vários eventos culturais. Apenas em 2 dias nós conseguimos um tempinho para conhecer alguns pontos turísticos da região, o que foi uma pena, já que não deu pra ir em lugares mais longe, como as grutas em Iraquara. Acabamos passando a maior parte do tempo cidade de Lençóis mesmo, que é linda, por sinal. Pra não encher o post de fotos vou compartilhar apenas parte delas, e depois mostro mais. As fotos não estão em ordem cronológica.

No topo do Morro do Pai Inácio


 Muitas pedras, pra todos os lados.

Vista do outro lado do Morro do Pai Inácio, o famoso cartão postal da Chapada.

  #partiufeira


Por enquanto é isso. Qualquer dúvida em relação as paisagens das fotos, onde fica, como se chega, pode perguntar nos comentários que ajudarei como puder. Em breve postarei a parte 2.

22 março 2014

Decoração: Home office - 22 ideias pra te inspirar!

Quem não gosta de ter em casa um local aconchegante para estudar, trabalhar, ler etc.? E quando a decoração desse local tem a nossa cara, é ainda melhor. É bem bacana quando você consegue colocar o home office no seu próprio quarto (se você não divide ele com ninguém) ou em um cômodo separado, pois é mais tranquilo e silencioso. Mas nem todos tem espaço pra isso. Selecionei algumas ideias tanto pra adultos, quanto pra adolescentes e crianças, em diversas partes da casa. Espero que gostem.



O que vocês gostaram mais? Eu fiquei super inspirada com alguns desses pra redecorar o meu home office! ^^

08 março 2014

Dica de leitura: Cidades de Papel

Número de páginas: 361 Editora: Intrínseca Autor: John Green

SINOPSEEm Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Até que em um 5 de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. Mas ele acaba descobrindo que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia. (Adaptada do skoob)

Bem, antes de começar a minha resenha eu gostaria de dizer que eu vi MUITA gente criticando esse livro. Muitos falaram mal do final, muitos disseram que a história era arrastada e cansativa e até que para eles "o John Green podia parar de escrever antes que chegasse ao fundo do poço". Mas eu resolvi lê-lo mesmo assim.

E tenho que confessar que eu concordo que alguns capítulos são meio lentos e o autor fica meio repetitivo às vezes. Concordo que a personagem principal, Margo, é meio que uma bagunça. E se você pretende ler esse livro pelo suspense que a sinopse dá a entender que existe nele, nem comece, porque o suspense é bem fraco. Mas eu gostei de Cidades de Papel mesmo assim.


Essa é uma história típica de John Green. Uma narrativa divertida e sensível, que nos faz refletir sobre como nós interpretamos (ou mal interpretamos) às pessoas ao nosso redor e a nós mesmos. O que eu mais gostei nesse livro são os personagens secundários. Eles são REAIS. Os seus diálogos são reais (e engraçados, muitas vezes) e as situações que eles vivem também. São eles que vão sustentando bem a narrativa e nos dando vontade de continuar lendo.

Eu também gostei do Q., só achei que algumas vezes ele era "bonzinho" e paciente demais com a Margo. Mas é bem interessante acompanhar a diferença de personalidade dos dois. Ela é aventureira e meio rebelde, enquanto ele é um nerd que gosta da rotina. E afinal a vida é assim, não é verdade?! As pessoas mais diferentes de nós muitas vezes são as que mais no chamam a atenção.

A formatação do livro é bem legal. Páginas amareladas, fonte bonitinha, os capítulos não são muito grandes (não gosto de livros com capítulos enormes) e a capa é maravilhosa. Compraria esse livro só pra ter essa capa linda na estante, haha.


A minha conclusão é: todo livro tem defeitos, todo livro tem partes que não nos agradam e as vezes não superam as nossas expectativas. Mas acho que muitas pessoas estão lendo os livros do John Green, com a expectativa de serem como A culpa é das Estrelas, ou algo assim, e nenhuma história é igual a outra. Nem todos os livros desse autor vão ser comoventes e com final trágico. E apesar de todas as imperfeições que Cidades de Papel tem (assim como todos os outros livros do universo também têm) eu recomendo a leitura! :)