Decoração: Home office - 22 ideias pra te inspirar!

Quem não gosta de ter em casa um local aconchegante para estudar, trabalhar, ler etc.? E quando a decoração desse local tem a nossa cara, é ainda melhor. É bem bacana quando você consegue colocar o home office no seu próprio quarto (se você não divide ele com ninguém) ou em um cômodo separado, pois é mais tranquilo e silencioso. Mas nem todos tem espaço pra isso. Selecionei algumas ideias tanto pra adultos, quanto pra adolescentes e crianças, em diversas partes da casa. Espero que gostem.



O que vocês gostaram mais? Eu fiquei super inspirada com alguns desses pra redecorar o meu home office! ^^

Dica de leitura: Cidades de Papel

Número de páginas: 361 Editora: Intrínseca Autor: John Green

SINOPSEEm Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Até que em um 5 de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. Mas ele acaba descobrindo que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia. (Adaptada do skoob)

Bem, antes de começar a minha resenha eu gostaria de dizer que eu vi MUITA gente criticando esse livro. Muitos falaram mal do final, muitos disseram que a história era arrastada e cansativa e até que para eles "o John Green podia parar de escrever antes que chegasse ao fundo do poço". Mas eu resolvi lê-lo mesmo assim.

E tenho que confessar que eu concordo que alguns capítulos são meio lentos e o autor fica meio repetitivo às vezes. Concordo que a personagem principal, Margo, é meio que uma bagunça. E se você pretende ler esse livro pelo suspense que a sinopse dá a entender que existe nele, nem comece, porque o suspense é bem fraco. Mas eu gostei de Cidades de Papel mesmo assim.


Essa é uma história típica de John Green. Uma narrativa divertida e sensível, que nos faz refletir sobre como nós interpretamos (ou mal interpretamos) às pessoas ao nosso redor e a nós mesmos. O que eu mais gostei nesse livro são os personagens secundários. Eles são REAIS. Os seus diálogos são reais (e engraçados, muitas vezes) e as situações que eles vivem também. São eles que vão sustentando bem a narrativa e nos dando vontade de continuar lendo.

Eu também gostei do Q., só achei que algumas vezes ele era "bonzinho" e paciente demais com a Margo. Mas é bem interessante acompanhar a diferença de personalidade dos dois. Ela é aventureira e meio rebelde, enquanto ele é um nerd que gosta da rotina. E afinal a vida é assim, não é verdade?! As pessoas mais diferentes de nós muitas vezes são as que mais no chamam a atenção.

A formatação do livro é bem legal. Páginas amareladas, fonte bonitinha, os capítulos não são muito grandes (não gosto de livros com capítulos enormes) e a capa é maravilhosa. Compraria esse livro só pra ter essa capa linda na estante, haha.


A minha conclusão é: todo livro tem defeitos, todo livro tem partes que não nos agradam e as vezes não superam as nossas expectativas. Mas acho que muitas pessoas estão lendo os livros do John Green, com a expectativa de serem como A culpa é das Estrelas, ou algo assim, e nenhuma história é igual a outra. Nem todos os livros desse autor vão ser comoventes e com final trágico. E apesar de todas as imperfeições que Cidades de Papel tem (assim como todos os outros livros do universo também têm) eu recomendo a leitura! :)

Fotos do feriado e 2 anos de Isabelle!

Nesse feriadão nós decidimos viajar para a praia. Longe de toda a folia e agito, a intenção era relaxar. Foi bem divertido, mas a chuva acabou nos atrapalhando em 2 dias, por isso não tirei muitas fotos. Ontem, 04/03, foi o aniversário de 2 anos da minha filha, mas como nós estávamos na estrada, voltando pra casa, não deu pra "comemorar" como ela merecia. Só posso dizer que a nossa família está muito feliz e agradecida pela vida dessa criança maravilhosa, que chegou pra dar sentido às nossas vidas. Amo muito essa princesinha!!

 Essas duas últimas fotos foram tiradas com o celular!

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Algumas fotos que coloquei no instagram (o sinal de internet por lá não era dos melhores, só tive acesso nos dois últimos dias) @karenaraujo7:

E vocês, como passaram o feriado de carnaval?

Por uma vida simplificada!


Ultimamente eu tenho lido e me interessado bastante pelo conceito de vida “simplificada”. Afinal, quem não gostaria de ter uma vida mais tranquila, com menos estresse? Mas em um mundo que nos impulsiona a ser individualistas, competitivos e consumistas muitas vezes é difícil dar o primeiro passo, é difícil reconhecer que estamos afogados nesse sistema. A transição entre o desejar ter algo melhor e o buscar ser alguém melhor requer tempo e dedicação.

Há alguns dias eu li um post no blog da Thais Godinho (VidaOrganizada) sobre como simplificar a vida dando prioridade ao que realmente é. Comecei a pensar o que era mais importante na minha vida, o que era importante, mas não essencial e o que era dispensável. Muitas vezes nós assumimos funções demais e isso nos deixa sobrecarregados, consequentemente cansados e estressados. Começamos a dedicar muito tempo a coisas que não são realmente importantes em detrimento daquilo que deveria estar tendo mais espaço em nossa agenda. Repensei. Comecei a mudança.

Tenho passado menos tempo na internet e mais tempo com a minha filha. Sentar no chão com ela para brincar de bonecas ou ler histórias é agora um momento precioso pra nós duas. Decidi que também precisava dedicar mais tempo aos meus familiares, visitar meus avós com mais frequência, por exemplo. Me dedicar mais aos meus estudos (que são essenciais pra mim) e menos àqueles hobbies que são importantes, mas não indispensáveis. Não é deixar de fazê-los, mas dividir o meu tempo melhor, dando prioridade ao que é mais importante. Dar mais valor ao que tem valor.

Outra coisa que é importante na simplificação da nossa vida é controlar o impulso de comprar, ter, desejar, ter, comprar... E isso vai se tornando uma linha sem fim. Desde que eu saí da casa dos meus pais, há um ano e meio, passei a conviver com essa questão. A renda da minha família era bem menor do que a dos meus pais, então eu não poderia mais comprar roupa nova com frequência, não poderia comprar livros novos todo mês etc. Meu nível de vida diminuiu e tive que aprender a lidar com isso. E adivinhem: EU NÃO MORRI POR ISSO. Pelo contrário, com o tempo eu fui percebendo que eu tinha muito a agradecer a Deus, pois eu já tinha muito mais (e não só materialmente falando) do que a maioria das pessoas tem.

E é isso. Estou só começando a minha jornada nessa busca por uma vida mais simplificada. Aprendendo a nunca dedicar a maior parte do meu tempo ao que não tem tanta importância, focar no indispensável.
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